Personagens

Vanir Varian Dash
Classe: Padre
Jogador: Rubens (Kurama)
Divindade: Não Reconhecida
Tendência: Sábio
História: Nascido e criado na igreja de Bormia, Vanir cresceu sobre a tutela dos diáconos e bispos sendo ensinado a crer e pregar a religião de Drago, mas diferenciado dos demais o Padre tinha dúvidas e questões que não podiam ser respondidas por seus superiores, nem tudo que ali se pregava era decididamente a mais pura verdade. Decidido a descobrir os mistérios e forças divinas que se estendem através de Ganún nosso glorioso Padre se juntou aos Vigilantes da Ordem onde permanece até hoje.





 Jilfax, Anão de Unor
Classe: Anão
Jogador: Raul (Haoshi)
Divindade: Gilius Gin Thunderhead
Tendência: Neutra
História: Jilfax filho de um destemido anão de Unor teve início a seu treinamento muito jovem, aprendendo desde cedo a usar sua força para resolver todas as questões e impasses de sua vida. Seu pai, um poderoso anão forte e corajoso estava prestes a ir a guerra nesse período, por isso ensinou seu filho tão cedo.
Após a saída de seu pai das terras geladas de Unor, Jilfax nunca mais o viu ou teve notícias, ainda muito novo o jovem anão guardava em si a ambição de ir para o mar e encontrar seu progenitor, então um dia num de seus devaneios Jilfax avistou um navio, imponente e forte, só podia ter sido construído pelos anões, e nele viu sua chance de viajar os mares em busca de seu sonho. Como viu que o navio estava sendo carregado de suprimentos nosso pequeno herói se disfarçou e entrou nas instalações de estoque sendo confundido com uma saca de trigo e ali ficou por algumas horas até ser descoberto pelo capitão. Thunderhead como era chamado por seus subordinados parecia um ser diferente dos outros, sua força era superior a de todos e suas habilidades ainda melhores do que todos jamais viram. Vendo que nada nem ninguém tiraria a vontade do jovem Jilfax, o capitão resolveu ajuda-lo em seu sonho e o treinou em seu navio fazendo assim que o anão aprendesse a arte da navegação. Em uma das paradas Jilfax viu a oportunidade de seguir seu caminho em busca de seu pai se juntando a um grupo de pessoas que se intitulavam Vigilantes da Ordem, e lá se instalou sendo até hoje uma peça de grande ajuda para a vitória do bando em grandes batalhas.




 Arcadis Razia
Classe: Pirata
Jogador: Guilherme
Divindade: Valkur, Sr dos Navegantes
Tendência: Caótico
História: Arcadis Razia nasceu na cidade de Grithirus, capital do Reino de Grithirus. Sua mãe morreu muito cedo, pois adoeceu na gravidez, então foi criado por seu pai, Romanis, um velho bibliotecário da cidade. Desde cedo já começou a trabalhar com seu pai na biblioteca, onde aprendeu a ler e escrever, uma habilidade não tão comum para as pessoas da 'classe pobre'. O maior desejo do seu pai era viajar por Ganún, conhecer todos os lugares que ele lia nos livros da biblioteca, mas o velho era MUITO velho, e muito fraco. Como ninguém é imortal, muito menos o simples trabalhor Romanis Razia, o dia de sua jornada chegou ao fim, e aos braços do filho lhe fez um pedido: 'Saia dessa vidinha, faça o que eu não fiz, seja livre, explore esse mundo maravilhoso que está aí fora.' Então esse se tornou o objetivo maior do futuro navegador (leia-se pirata). Não só contente em viajar pelo mundo, Arcadis tomou como objetivo explorar e deixar seu nome em TODOS, digo TODOS MESMO, os reinos e províncias não só de Ganún, mas de todos os continentes. Logo após enterrar seu pai, Arcadis juntou seus pertences; uma velha bolsa de pano do seu avô (que mais tarde viria a descobrir ser uma Bolsa de Átila), umas poucas moedas, e algumas roupas; então saiu para nunca mais voltar pra casa, nem parar em lugar algum. Só iria para após conhecer TODOS os lugares que poderiam ser conhecidos. Bem no início de sua jornada, acabou por conhecer um grupo de viajantes, que lhe ajudaram com um pequeno problema numa taverna. Esse grupo era o que Arcadis precisava pra cumprir seu objetivo... Eram os Vigilantes da Ordem, aventureiros que viajam pelo mundo inteiro. Arcadis se juntou aos Vigilantes da Ordem, viveu e lutou junto com eles desde a Era dos Dragões, ou antes...




  Kharium Alasteor
Classe: Conhecedor
Jogador: Douglas (hawK)
Divindade: Desconhecida
Tendência: Sábio
 História: A curiosidade e a sede de sabedoria sempre encantaram o jovem Kharium, desde pequeno seu passatempo preferido era resolver enigmas e charadas propostas por seu avô que o criou e o manteve fora de perigo até se tornar adulto. O seu pai a muito partira sem se quer saber o nome de seu filho, então assim Kharium via seu avô como um pai que sempre o ajudou quando precisava. Mas o maior enigma na vida deste conhecedor estava prestes a tomar todo o seu tempo e energia para ser descoberto, um dia seu avô o deixou, sumindo sem deixar nenhum vestígio, por incrível que pareça tudo em sua casa fora levado, desde os talheres até a cama, mesa e até armário, parecia improvável que um velho pudesse carregar tantas coisas sem ajuda, ou mesmo sem uma carroça. Tomado pela curiosidade e preocupação para com seu avô, o jovem percorreu a cidade perguntando se alguém havia visto a tal caravana que levava todas as suas coisas mais preciosas, mas ninguém tinha uma informação que fosse válida. Desolado e triste por ter certeza que aquilo não era só mais um enigma, Kharium voltou para casa e sentou-se em um canto da casa, chorando por perder seu ultimo ente querido. Mas ai que tudo começou a mudar, pois quando estamos mais desesperados as idéias mais incríveis aparecem, o garoto lembrou-se que havia um alçapão na casa o qual dava acesso a um porão improvisado onde os dois deixavam coisas que poderiam ser úteis. Ao abrir percebera que tudo também havia sumido a não ser por uma pequena mesa e sobre ela uma bolsa de pano gasta pelo tempo que ele nunca vira antes. Ao pega-la seu primeiro instinto foi abrir, e lá dentro havia apenas um papel que dizia:

Se puder descobrir como esta bolsa funciona e retirar tudo que há dentro dela então será digno de me ver uma última vez, se fizer isso lhe contarei a história de seu pai depois que vos abandonou, ele é muito mais do que você imagina. Abra a bolsa e pegue aquilo que mostra meu paradeiro.
                                                                                                                             Ass. H. Alasteor”

Assim o rumo da vida de Kharium estava fadado a ser de aventuras onde faria de tudo para encontrar seu avô e descobrir quem fora seu pai. Por 2 anos ele estudou e pesquisou tudo o que podia a respeito daquela bolsa que parecia ser mágica, chegando assim a descobrir o que são aventureiros, o que é um conhecedor e finalmente que aquilo que estava em sua posse viria a ser uma “Bolsa de Átila”. Por mais 2 anos ele lutou para descobrir como abri-la e por mais que tentasse a cada dia aquilo parecia cada vez mais uma grande estupidez e uma brincadeira de mal gosto de seu avô. Até que então, cansado, desnorteado e sem esperanças Kharium num ato de desespero tentou cortar a bolsa de dentro para fora enfiando uma faca na abertura daquele saco amaldiçoado, e por mais incrível, a bolsa não rasgou, e sim engoliu a faca que não foi mais vista pelos olhos do rapaz. Depois do acontecido Kharium via a bolsa de uma forma diferente e entendera como aquilo funcionava, então colocou sua mão denovo naquele buraco, tirando então a faca de volta, e logo após uma mesa, depois um armário, talheres, cadeiras, tecidos, uma cama, um cachimbo e por fim um novo papel onde havia algumas coordenadas num ponto específico. Percebera que aqueles móveis eram os de sua casa e aquele cachimbo de seu avô, e aquelas coordenadas só podiam mostrar o paradeiro do responsável por todo aquele tempo e energia gastos em prol de um único objetivo. Sem perder tempo Kharium correu atrás de um mapa que pudesse o ajudar, pois como o continente mudava de forma rápida era difícil encontrar um que o fosse útil, por sorte em uma biblioteca encontrou aquilo que precisava. Após traçar a rota e usar as coordenadas seu paradeiro era o centro de Bormia, muito próximo do vilarejo que ele morava que no caso fica nas terras deste reino.  Ao seguir o mapa encontrou uma taverna e entrou, lá dentro havia a bagunça de sempre, pessoas bebendo, brigas, gritaria e etc. Uma coisa despertou a curiosidade de Kharium, dois homens muito baixos bebiam, mas sua aparência não era de humanos normais, suas barbas eram longas, seus corpos maciços e suas expressões carrancudas. Pensou que estava olhando para anões, mais como sabia eles foram extintos, então percebeu que o grupo não era de apenas 2 e sim de mais algumas pessoas que tinham a estatura normal. Kharium não percebeu mas um dos homens se desgarrou dos outros e veio ao seu encontro, ao chegar lhe perguntou o que fazia ali, então o rapaz respondeu:
                -Estou procurando uma pessoa
                -Deve-se juntar ao grupo, irei lhes apresentar a um bando de aventureiros – falou o homem como se esperasse a sua chegada.
                -Não vou me juntar a ninguém estou apenas a procura de meu avô – Respondeu o rapaz.
                -Uma taverna cheia como essas não é lugar para um velho – Brincou o homem
                -Ele me pediu para encontrá-lo aqui – Respondeu após perder a paciência
 Após isso o homem encostou no conhecedor e disse num tom baixo onde só ele poderia ouvir:
                -Henoch Alasteor me pediu para lhe fazer se juntar a este bando e quando fosse a hora viria a seu encontro, ele está orgulhoso de você e disse que está destinado a grandes coisas.

Neste momento o rapaz que até agora se mostrava curioso e decidido ficou em silêncio, seus olhos brilharam como se estivesse prestes a chorar mais não o fez, ao invés disso aceitou o convite do homem e a partir daí se juntou aos Vigilantes da Ordem, onde mais tarde pelas desventuras do destino se tornaria algo como um conselheiro/líder do bando.




Néfilus Mardock
Classe: Mago
Jogador: Thiago
Divindade: Sr. do Fogo
Tendência: Explosivo
História: Nascido e criado em uma escola de magia na província de Darion, Néfilus sempre teve como espelho seus pais (professores da escola) e seu tio, que vivia na floresta nas redondezas. Na adolescência a imagem de futuro para Néfilus era ser como seu tio, superior aos poderes de seu pai, o seu tio havia desistido dos estudos convencionais da escola para conhecer o mundo e se tornar um mago melhor e mais poderoso com base no conhecimento e prática do dia. Esta "adoração" causava rancor em seu pai, que não gostava que Néfilus visita-se seu tio, em uma das discussões Néfilus resolve seguir os passos do tio, abandona a casa dos pais e segue para um jornada de conhecimento e aprendizado, na qual muito em breve se juntaria aos Vigilantes da Ordem, vindo a conhecer lendas de Ganún e a escrever seu nome na história do mundo




Élgon Minindor
Classe: Arqueiro/Caçador
Jogador: Dérik (Mion)
Divindade: Slash (Senhor dos ventos)
Tendência: Neutra
História: Élgon Minindor nasceu e cresceu de uma família humilde, sem posses e vítimas dos grandes impostos cobrados pelo rei. Mesmo com essa infância tão pobre o garoto tinha seu próprio herói, aquele quem admirava e seguia os passos, este era seu tio, um caçador comandado por Bórmia, reino que moravam aos arredores. Eogard lhe contava histórias incríveis sobre o mundo afora onde fora mandado em várias missões, que sempre faziam o pequeno espectador se encher de orgulho e sonhar em ser igual ao narrador dessas grandes façanhas. Comovido e entusiasmado com a vontade de Élgon, seu tio começou a ensiná-lo a usar o arco e flecha, arma bastante comum entre os caçadores, pois com ela poderiam se mover em silêncio e o peso não os fadigava como as outras armas, com tiros precisos e sabendo usar o instrumento com maestria podiam abater uma presa com um único disparo, silencioso e mortal. Com suas mãos pequenas e como toda criança, tinha dificuldade em prestar atenção em uma única coisa, o garoto era meio desastrado com o manusear da arma, então quase sempre causava alguma confusão, sendo assustando o gado de algum fazendeiro vizinho ou matando alguma galinha que passasse em sua mira, mais o tempo era um aliado para esta aprendizagem então o garoto se aprimorou e conseguiu usar o arco e flecha de uma maneira razoável.
Mas aprender a usar um instrumento não era o único interesse do garoto, já crescido com seus 15 anos, Élgon começou a se interessar pela profissão do seu tio, mais sempre era colocado para baixo por seu pai, que pensava que o trabalho braçal engrandecia um homem muito mais do que simples flechas sendo lançadas a um alvo. Com força de vontade e o desejo ardente de seguir um rumo diferente, o adolescente continuou seu treinamento até atingir o ponto máximo que seu tio lhe pode ensinar até seu caminho ter chegado ao fim.
Depois da morte de Eogard, o prodigioso caçador deixou o simples e partiu para o incrível, almejando seguir seu sonho de conhecer toda a Ganún e ser reconhecido por povos, participar de guerras de proporções gigantescas, e ser um aventureiro de perícia sobre-humana. Para isso acabou parando na capital de Bórmia, onde se juntou com os Vigilantes da Ordem e com eles continua até hoje, sendo os olhos e ouvidos do bando.